quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Nilo Peçanha (Parte 4)

Vida após a presidência

Ao fim do seu mandato presidencial, retornou ao Senado e, dois anos, depois foi novamente eleito presidente do Estado do Rio de Janeiro. Renunciou a este cargo em 1917 para assumir o Ministério das Relações Exteriores. Em 1918 foi novamente eleito senador federal.

Em 1921 foi candidato à presidência da República pelo Movimento Reação Republicana, que tinha como objetivo contrapor o liberalismo político contra a política das oligarquias estaduais. Embora apoiado pelas situações pernambucana, baiana, gaúcha e fluminense, e por boa parte dos militares, foi derrotado pelo candidato Artur Bernardes nas eleições de 1o de março de 1922. O presidente da república na época, Epitácio Pessoa, não participou das negociações (demárches), sobre sua sucessão presidencial.

Artur Bernardes teve 466.877 votos contra 317.714 votos dados a Nilo Peçanha. Nilo teve apoio apenas dos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Bahia.[17]

Faleceu em 1924, no Rio de Janeiro, afastado da vida política e foi sepultado no Cemitério de São João Batista.

Bibliografia:http://pt.wikipedia.org/wiki/Nilo_Pe%C3%A7anha#Presidente_da_Rep.C3.BAblica

terça-feira, 5 de julho de 2011

Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro

O Museu de História e Arte do Rio de Janeiro (MHAERJ), ou Museu do Ingá (como é popularmente conhecido), está localizado em Niterói, Brasil.

Palácio Nilo Peçanha sede do MHAERJ

É sediado no antigo Palácio Nilo Peçanha, também chamado Palácio do Ingá, Rua Presidente Pedreira, 78, Ingá, Niterói, outrora sede do governo do Estado do Rio de Janeiro antes da fusão com o Estado da Guanabara. O Museu do Ingá é vinculado à Fundação Estadual Artes do Rio de Janeiro (FUNARJ).

Edifício

O museu está instalado no Palácio do Ingá. Em 1896, a casa foi vendida ao Visconde de Sande, José Francisco Correia, futuro Conde de Agrolongo, que a reformou, adquirindo móveis e objetos decorativos condizentes com sua situação de próspero industrial. O Palacete Sande, como ficou conhecido, foi o palco de recepções que atraíam a elite da sociedade fluminense. Em 1903, o Visconde retornou a Portugal e o palacete foi comprado pelo Governador eleito, Nilo Procópio Peçanha, para servir de sede do Governo fluminense, uma vez que a capital do Estado retornava após um período em Petrópolis à Niterói, e lá permanencendo.

Devido a fusão do Estado da Guanabara e do Estado do Rio de Janeiro, a capital do Estado foi transferida para a cidade do Rio de Janeiro em 1975, perdendo assim o palácio sua finalidade política.

Em março de 1977, foi criado através de decreto o Museu Histórico do Estado do Rio de Janeiro, que mais tarde se fundiu ao Museu de Artes e Tradições Populares, passando a ser denominado Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro.


Bibliografia e imagens: http://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_de_Hist%C3%B3ria_e_Arte_do_Rio_de_Janeiro